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COORDENADOR DIOCESANO CONTATOS
Franciele de Moura (84) 3061-8763
fmsoft@gmail.com


 
LISTA DE PREGADORES
 

Essa lista contém o nome, a paróquia, o grupo de oração e o telefone de cada pregador que se cadastrou no Ministério de Pregação da Renovação Carismáica Católica de Mossoró.

Pedimos aos coordenadores e coordenadoras que, ao discernir um pregador para o Grupo de Oração, entre em contato primeiramente com o coordenador do mesmo, para saber se ele libera-o para tal missão. Pois, se o pregador se alto-envia, está em desobediência e há uma grande probabilidade de o Senhor não abençoar tal missão.

Estas orientações valem para os grupos da cidade de Mossoró, quanto aos grupos das demais cidades, será necessário entrar em contato com o escritório da RCC de Mossoró.

Para saber o nome e o telefone de cada coordenador da Diocese de Mossoró, clique aqui.
Para baixar a lista de pregadores clique aqui.




 

PREGAÇÃO, PREGADOR, ENSINO, FORMADOR

CONCEITOS

1- Pregação

            “Porém como invocarão aquele em quem não têm fé? E como crerão naquele de quem não ouviram falar? E como ouvirão falar, se não houver quem pregue? (Rm 10,14).

            Através dos elementos; oratória (arte de falar em público, eloqüência), unção (que possibilita a pregação profética, de conteúdo inspirado, além de proporcionar ardor ao método oratória) e finalidade (anunciar Jesus). Assim em poucas palavras podemos dizer que pregação cristã é um carisma que leva o evangelizador a fielmente proclamar a Revelação Divina sob unção do Espírito Santo, em especial o evento salvífico da humanidade, consistente na vinda de Jesus a este mundo, incluindo sua paixão, morte, ressurreição e ascensão, de forma enérgica, ousada e profética, mediante o emprego dos recursos de comunicação interpessoal proporcionados pela oratória sacra, a fim de que a apresentação de Jesus Cristo e de sua doutrina seja feita de forma viva, ardorosa, atraente e eficaz.

2 - Ensino

            Alguns confundem ensino com palestra, mas eles não são a mesma coisa nem servem aos mesmos objetivos. Palestra é conversa entre duas pessoas. Também é sinônimo de conferência ou debate sobre temas culturais ou científicos.
            O ensino não é uma aula, embora guarde parentesco próximo com ela no que toca a variação de técnicas e recursos pedagógicos.
            O ensino também não é uma conferência. A conferência é formal e normalmente se presta à apresentação de temas científicos.
            Mas o ensino não é somente uma técnica de elocução. Tal como a pregação, ele também tem uma dimensão carismática.
            O que seria o ensino então? Para entender e conceituar o ensino, é necessário que o tomemos em suas duas principais acepções, isto é, como um dom e como uma técnica de elocução. Assim diremos que o ensino é um carisma que capacita uma pessoa a transmitir a doutrina cristã, assim como a formar servos para o serviço do Reino de Deus, de forma criativa, atraente, entusiástica, ardorosa e profética, mediante possibilidades de emprego de técnicas e de recursos pedagógicos adequados aos formandos, ao ensino e ao próprio formador, cujo ministério será exercido de forma viva, alegre e eficaz.

3 – Distinção e semelhanças entre ensino e pregação

            Os termos “ensino” e “pregação” têm sido usados indiscriminadamente para expressarem as técnicas de evangelização “ensino” e “pregação”. Mas a confusão não tem sido somente quanto aos nomes, mas também no que se refere às escolhas. E lamentavelmente, numa situação que exige uma pregação, se o pregador optar pelo ensino poderá diminuir a eficácia da evangelização, se não a danificar completamente.
            Há semelhanças entre ensino e pregação, posto que provém da mesma raiz. Ambas são técnicas de elocução. A oratória está presente nos dois. Assim como a oratória, a didática também deve estar no ensino e na pregação, pois os dois comportam bons roteiros, idéias organizadas e argumentação verdadeira e segura.
            Várias diferenças entre pregação e ensino estão no grau de utilização de determinadas técnicas ou recursos. A didática que é predominante no ensino, existe também na pregação. Por outro lado, a oratória, é por excelência o recurso mais eficaz na pregação, mas ela existe também no ensino. A diferença neste ponto é estabelecida pelo grau de utilização que se faz de cada recurso, pois enquanto no ensino a oratória é despida de grandes êxtases, é calma – se bem que em quantidade moderada é perfeitamente cabível; na pregação ela deve ser vivaz, alegre, vigorosa e ardorosa.

 

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ORIENTAÇÕES PARA O ENVIO E RECEBIMENTO DE
MISSIONÁRIOS

 

I – Reflexões

1 – A PREGAÇÃO é um serviço. Como tal, o Pregador deve se ater ao serviço para o qual ele foi chamado, e pelo qual ele foi enviado (atender os objetivos de um grupo por exemplo). O Pregador não deve se arvorar a dar orientação pastoral à comunidade onde chega, pois isso compete a Coordenação local. Alguns chegam aos eventos ou grupos e já pretendem mudar uma série de coisas, inclusive os horários, sem se dar conta de que essas coisas, muitas vezes, são o resultado de reuniões e reuniões das equipes locais. Usam, às vezes, para isso, de uma postura que insinua um “maior discernimento” do que a que teve a Coordenação local.

Que tenham humildade e dialoguem adequadamente com os responsáveis, antes de qualquer atitude, ou sugestão conflitiva.

2 – Alguns participantes de Encontros aproveitam da presença de um pregador de fora para fazer, de público, perguntas que muitas vezes têm tão somente a intenção de atingir outros participantes – ou coordenadores. Os pregadores, sabiamente, devem evitar se posicionar.

3 – Aqui e ali, também, surgem dificuldades com os chamados “pregadores independentes”, ou seja, pregadores que vêm para a realidade local sem o devido envio, e sem uma comunhão efetiva e estável com a diocese (grupo ou Comunidade). Sentem-se autorizados a pregar porque fizeram alguns encontros específicos de formação para pregadores, ou porque possuem um curriculum vitae extenso. Ora, isso evidentemente não basta. É essencial o vínculo com a Diocese e com a RCC.

É fato que nos deparamos às vezes com coordenações imaturas e centralizadoras, que não favorecem o trabalho em conjunto. Mas, seja como for, as Coordenações são o legítimo vínculo de unidade da estrutura organizacional da RCC, e ninguém deve se sentir autorizado a fazer – por causa dessas dificuldades – um trabalho autônomo, em nome da RCC.

II – Sugestões práticas


1 – Ao convidar um pregador de fora (ou animadores, celebrantes, cantores, professores, palestristas, etc...), que o grupo que está a convidar tenha por tarefa primeira (e anterior ao próprio convite!) a consulta ao grupo de origem do pregador, iniciando-se tal consulta pelo Coordenador do Grupo de onde vive e atua o tal pregador ou pregadora. Ninguém melhor que o Coordenador para nos orientar sobre a quantas andam a comunhão, a inserção, a formação na linha do que propõe a RCC, do tal Pregador (e isto valeria também para situações internas. Por exemplo: Se um grupo quer chamar um Pregador de um outro grupo da própria diocese, nada mais seguro que consultar a Coordenação daquele grupo (e procurar saber inclusive se eles freqüentam o Grupo de Oração regularmente, e participam dos específicos encontros de formação promovidos pelo Movimento, pois esta é a chancela primeira da comunhão efetiva com a identidade da RCC). Claro que não vamos exigir isso de padres, por exemplo.

2 – Quem envia alguém (ou dá o aval), envia-o baseado naquilo que sabe e observa a respeito dele. Mas sucede que muitos pregadores, quando em missão, assumem uma postura que não é do conhecimento de quem o enviou, e geram dificuldades não previstas pela comunidade de origem.
O ideal – para se evitar surpresas – ,seria, além de consultar o grupo de origem, consultar um dos últimos grupos por onde ele andou pregando.

Abaixo examinamos algumas propostas que devem, de antemão serem rejeitadas por quem está convidando o Pregador (ou missionário).


3 – Que a RCC local (seja do estado, da diocese, da região, do Grupo, etc) saiba que NÃO É DE SUA OBRIGAÇÃO atender certas exigências impostas pelo missionário, tais como:

a) Determinação do tipo de hospedagem desejada (como hotel de tal categoria, ou chácara.) ou de alimentação (frutas tais, água de marca tal, energéticos, etc.).

b) Determinação do valor da contribuição a título de ajuda de custo.

c) Aceitar fazer ou prometer fazer qualquer coisa que não esteja diretamente ligada ao Encontro (passeios, extensão de estadias e viagens, compromissos com vendas de produtos a posteriori, etc.).

d) Depois de acertada a ida de uma ou duas pessoas (por exemplo), aparecer com toda uma equipe e exigir que a Equipe local arque com as despesas de todos.

4 – A Equipe da RCC que recebe o Pregador/missionário DEVE:

a) Cuidar de toda a organização e divulgação do evento (preparação do local, inscrições, recepção, intercessão, alimentação, limpeza, etc.)

b) Pagar as despesas com o transporte do missionário (verificando se, além do transporte principal (ônibus, mototaxi, taxi, combustível).

c) Preparar a hospedagem dos missionários de acordo com o costume e as possibilidades da Comunidade local (casa de família, casa de retiro, hotel). Cuidar para que o missionário tenha tempo adequado para seu devido repouso, orações e estudo, não sobrecarregando-o com excessivas reuniões extras, atendimentos em demasia em avançados horários na noite, etc.). Combinar o que for possível com o pregador, antes.

d) Dar ao missionário todas as condições possíveis para que ele possa bem cumprir a missão para a qual ele foi convidado.

e) Precaver-se com os pregadores que se oferecem para dar retiros, e que se apresentam como “especialistas” e entendidos em todos os ministérios, e até propõem “shows” à parte do Encontro.

5 – Comunicar a Coordenação Diocesana as possíveis dificuldades que venham a encontrar nesse campo evitando-se o alardeamento do assunto a quem não interessa, mas encaminhando-o a quem realmente compete instruir e orientar.

Concluindo:
Logicamente muitas outras observações poderiam ser ainda levantadas. Mas acreditamos que a observância dessas REFLEXÕES e SUGESTÕES contribuirão em muito para o bom andamento do trabalho de nossos pregadores, evitando-se desgastes e tribulações que, ao invés de edificar, escandalizam e enfraquecem o entusiasmo missionário de que todos devemos estar imbuídos. Que, em todos os nossos relacionamentos, prevaleça sempre a paciência, a compreensão, a verdade, e, “sobretudo, revistamo-nos do amor que une a todos na perfeição” (Cl 3,14 trad.CNBB). E que possa Maria, intercessora fiel e rainha da evangelização, obter de Jesus, para nós e para todo o povo, o milagre do excelente vinho da Boa Nova, apesar de nossos frágeis vasos de argila. Amém!

MInistério de Pregação Nacional
(adequado à realidade local)

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Catecismo da Igreja Católica GUARDAR O DEPÓSITO DA FÉ é a missão que o Senhor confiou à sua Igreja e que ela cumpre em todos os tempos. O Concílio Ecumênico Vaticano II, aberto há trinta anos por meu predecessor João XXIII, de feliz memória, tinha como intenção e como finalidade por em evidência a missão apostólica e pastoral da Igreja e, fazendo resplandecer a verdade do Evangelho, levar todos os homens a procurar e acolher o amor de Cristo, que excede toda a ciência (cf. Ef 3,19). Mais...

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